08 mai 2023

Unindo IA e pedagogia, Letrus quer mais brasileiros lendo e escrevendo bem

LETRUS Hall: Hall 1 Stand: M20
Unindo IA e pedagogia, Letrus quer mais brasileiros lendo e escrevendo bem
Professor Luis Junqueira, um dos co-fundadores da Letrus

Quem trabalha com educação já sabe: letramento é diferente de alfabetização. Enquanto uma  pessoa alfabetizada sabe reconhecer e reproduzir as palavras, a pessoa letrada compreende bem um texto e se expressa por escrito de maneira efetiva. De acordo com o último levantamento do Índice de Alfabetismo Funcional (Inaf), feito em 2018, apenas 12% dos brasileiros com ensino médio completo eram plenamente alfabetizados. Para elevar o número de cidadãos que saibam ler e escrever bem, a Letrus, edtech brasileira reconhecida pela Unesco como melhor tecnologia educacional do mundo, usa inteligência artificial, conhecimento linguístico e apoio pedagógico. 

Fundada em 2017 por Thiago Rached e Luis Junqueira, a Letrus quer desenvolver a autonomia dos alunos através da capacidade de leitura e escrita, e também reduzir a defasagem educacional entre escolas públicas e privadas. Para isso, desenvolveu uma plataforma onde os alunos encontram trilhas de aprendizagem e escrevem seus textos. A inteligência artificial vai analisar cada trabalho, tanto no conteúdo sintático quanto nas competências de escrita, e gerar um diagnóstico detalhado para cada aluno, além de um comparativo com a turma. Além do estudante ter indicações claras de onde pode melhorar para tornar sua comunicação mais assertiva, o professor, com acesso aos dados, pode criar aulas mais eficientes, focadas nas dificuldades da turma. Durante todo o processo, a equipe da Letrus acompanha os indicadores e o engajamento, apoiando os professores para a evolução do aprendizado.  

Para o co-fundador e professor Luis Junqueira, a inteligência artificial não substitui o olhar humano, que é único por parte dos docentes, mas agrega uma camada de coleta e análise de dados que só é possível com uso da tecnologia. "Capturar, consolidar e apresentar de maneira organizada dezenas de desvios e oportunidades de evolução do texto de forma imediata é uma das capacidades do uso de tecnologia no processo de aprendizagem dos alunos. É essa junção de inteligência artificial com o olhar humano profundo dos professores que torna o programa Letrus único e tão efetivo ao engajamento e aprendizado dos estudantes", afirma Junqueira.

A redução da desigualdade de desempenho entre escolas públicas e privadas que usam o Programa Letrus foi comprovada em uma avaliação de impacto.. Para isso, em 2019, uma parceria entre a Letrus, a Secretaria de Educação do Espírito Santo, a Fundação Lemann, o J-PAL e a FGV levou o programa para 12 mil alunos do 3º ano do Ensino Médio em 110 escolas públicas do Espírito Santo. De acordo com os resultados obtidos, comparando com dados divulgados do Enem 2018, o uso da ferramenta reduziu a vantagem dos alunos das escolas privadas. Para se ter ideia, na competência 5, que avalia propostas de intervenção, a diferença entre as notas caiu de 80% para 64%.

Para Thiago Rached, co-fundador e CEO da Letrus, tecnologia e pedagogia são aliadas. “Ao contrário do que possa parecer, a inteligência artificial aplicada sobre uma lógica pedagógica robusta, pode tornar o processo de ensino-aprendizado ainda mais humano. Isso porque viabiliza uma camada de informações que personaliza a trajetória dos estudantes e amplia a atuação dos professores”, detalha Rached. 

Em uso desde 2018 no ensino público, a ferramenta também é cada vez mais utilizada no segmento das escolas privadas, pelas redes de colégios Pueri Domus e Magno, em São Paulo, rede Galois, em Brasília, e outras instituições como o SESI. 

 

Sobre a Letrus

A Letrus é uma EdTech que atua com programa de desenvolvimento do letramento, utilizando tecnologia educacional e inteligência artificial para a evolução da escrita dos seus estudantes. Em operação de 2017, já tem sua ferramenta utilizada por mais de 180 mil alunos e 1.500 professores nas redes pública e privada em todos os Estados do Brasil. Foi premiada pela Unesco como melhor tecnologia educacional do mundo e chancelada academicamente pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Já recebeu uma rodada de investimento Série A, de US$ 6 milhões, e tem entre seus investidores Potencia, Canary, Positive Ventures e Instituto Península.

 

Informações à imprensa - Kyvo Comunicação

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