17 jan 2023

Das crises às conquistas, os desafios de reportar o ensino superior brasileiro

Patrocinado: Revista Ensino Superior
Das crises às conquistas, os desafios de reportar o ensino superior brasileiro
Revista Ensino Superior completa 25 anos. Publicação se posiciona de forma engajada nas transformações pelas quais a sociedade tem passado

Na pirâmide que ilustra o desenvolvimento social, em qualquer parte do mundo, a educação está na base sem qualquer hesitação. Na língua portuguesa, há um leque de vocábulos para definir ou adjetivar a educação. Há também as palavras que, neste sentido, caem em território incerto, como “prestígio”. Isso porque, a considerar a grandeza do campo e os frutos colhidos quando bem cuidado, prestigiá-lo é, no mínimo, bom senso. Entretanto, nos últimos anos temos visto manobras, de dentro do próprio poder público, que mais parecem jogar contra o setor do que desenvolvê-lo efetivamente. 

Cortes de verba, escândalos de corrupção e embates ideológicos estiveram em alta nas conversas daqueles que acompanham ou atuam no setor. Em paralelo, discussões sobre transformações legítimas ganharam cada vez mais força. Inovação, acompanhamento de tendências, uma constante busca por melhoria. Árduos esforços que, dado o contexto, ganham o nome de resistência. 

Das crises às conquistas, nada pode ficar para trás. E aqui está a revista Ensino Superior, 25 anos de um incessante trabalho de apuração e escrita que engloba tudo o que acontece de mais relevante no universo da educação superior privada.

O ensino superior privado é um segmento, no âmbito educacional brasileiro, bastante desafiador. O setor reúne a maioria das instituições de ensino superior do país. Segundo dados presentes na 12ª edição do Mapa do Ensino Superior, publicada pelo Instituto Semesp, o país conta com 2.457 IES. Destas, 2.153 são privadas e 304 são públicas. O número de instituições privadas representa 87,6% do total.

Propósito jornalístico

A revista Ensino Superior circulou pela primeira vez em 1998. Até o seu nascimento, pouco se noticiava sobre o setor e, nas raras ocasiões em que isso ocorria, as publicações não tinham uma abordagem crítica e aprofundada. Desde então, a publicação carrega o propósito de reportar ao seu público – mantenedores, diretores acadêmicos, coordenadores pedagógicos, professores e demais profissionais que atuam na área – a experiência de instituições nacionais e estrangeiras, além de levantar discussões acerca de assuntos que permitam às IES anteciparem-se e cumprirem seu papel de posto avançado do pensamento científico.

Preocupada com todas as partes envolvidas, do estudante ao gestor, a revista busca se posicionar de forma engajada nas transformações pelas quais a sociedade tem passado. Os desafios dos alunos, professores e gestores são assumidos pela redação para o aprimoramento de pautas, de modo que estas atendam às demandas e tendências da sociedade.

As mudanças também estão presentes na comunicação. A revista, nascida em berço impresso, hoje conta com edições inteiramente digitais, via aplicativo. Desde 2021, nove edições são digitais, enquanto quatro delas também são disponibilizadas de forma impressa. Circulando em janeiro, março (impressa), abril, maio (impressa), junho, agosto, setembro (impressa), outubro e novembro (impressa). Também é distribuída por meio de site e redes sociais.

 

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*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião da Bett Brasil.

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