Delegação brasileira conhece como se dá a formação docente da King’s College

Redação Bett na Bett Show em Londres

Além de visitar a Bett UK, maior feira de educação do mundo, educadores e empresários que viajaram com Londres junto com a organização da Bett Brasil tiveram a oportunidade de visitar a King’s College, uma conceituada universidade pública britânica. No local, foram recebidos por Arthur Galamba, um brasileiro que é professor para o ensino de ciências da instituição e vice-diretor do King’s Brazil Institute, que explicou sobre como se dá a formação docente no país.

As diferenças começam pelo nível do curso: na Inglaterra, a formação de professores é uma pós-graduação, que tem um ano de duração. Outra diferença importante em relação ao Brasil é o tipo de seleção. Em vez de vestibular, o candidato submete o currículo, uma carta de motivação, apresenta duas referências e participa de entrevistas. “Às vezes há pessoas muito inteligente, com notas ótimas, mas que acabam sendo rejeitadas porque não estão motivadas. O curso depende muito do aluno, dos debates. A motivação é fundamental”, explicou Galamba.

Apenas um terço do tempo da formação docente acontece na faculdade; o restante do tempo se dá dentro da escola básica. A escola que recebe o futuro professor tem que designar um mentor, alguém que vai acompanhar a trajetória e dar feedbacks a cada aula dada. O que eles aprendem, na prática e na teoria, é a colocar o aluno no centro do processo educativo. “O construtivismo é muito forte aqui. Em praticamente todas as escolas, você vai ver que os alunos estão o tempo todo fazendo alguma coisa. O professor faz muito antes da aula”, afirma Galamba.

Ministro Victor Godoy Veiga, Adriana Martinelli, diretora de conteúdo Bett Brasil e Arthur Galamba da King's CollegeDurante o encontro, Galamba aproveitou para convidar a todos a fazer parte do STEM  Education Hub. Lançado em janeiro de de 2021, é um projeto sem fins lucrativos, que visa aproximar as comunidades de educadores do brasileiros e britânicos que trabalham com STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). “É um projeto decolonial, que tem como missão também mostrar que o Brasil faz pesquisa de alta qualidade”, afirmou o brasileiro professor na King’s College.

Galamba fez questão de reforçar que mostrou coisas que ele acredita que os britânicos fazem com propriedade, mas que o importante são as trocas. “Tem muito coisa na área de educação que o Brasil pode contribuir.

 

 

 


 

 

* Este conteúdo é oferecido pela ação Brought to you by Red Balloon English School em parceria com a Bett Brasil. As inscrições para o congresso e credenciamento para visitar a Bett Brasil 2022 já estão abertas. Outras novidades serão apresentadas até a data do evento, e serão anunciadas em seu site brasil.bettshow.com e redes sociais oficiais @bettbrasil.

 

 

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