Inteligências Individuais, Coletivas e Artificiais: por que a que mais falta hoje NÃO é a artificial?
06 mai. 2026
Espaço Criativo
Educação Básica
Vivemos um momento em que a inteligência artificial avança mais rápido do que a capacidade das organizações de fazer boas perguntas, tomar decisões maduras e aprender com a própria prática. Nesta sessão, Eduardo Freire propõe uma reflexão prática sobre como as inteligências individual, coletiva e artificial só geram valor real quando estão integradas por método, cultura e liderança — e não apenas por tecnologia. A partir de experiências em projetos de inovação, educação corporativa e transformação organizacional, Eduardo discutirá:
por que IA sem inteligência coletiva vira automação de problemas errados; como ambientes psicológicos e culturais sabotam (ou potencializam) qualquer uso de tecnologia; e o papel da educação em formar pessoas que saibam pensar, decidir e co-criar com sistemas inteligentes — em vez de apenas operar ferramentas. Mais do que falar sobre tendências, a proposta é provocar uma mudança de lente: menos hype, mais fazedoria; menos ferramenta, mais inteligência humana em ação.
por que IA sem inteligência coletiva vira automação de problemas errados; como ambientes psicológicos e culturais sabotam (ou potencializam) qualquer uso de tecnologia; e o papel da educação em formar pessoas que saibam pensar, decidir e co-criar com sistemas inteligentes — em vez de apenas operar ferramentas. Mais do que falar sobre tendências, a proposta é provocar uma mudança de lente: menos hype, mais fazedoria; menos ferramenta, mais inteligência humana em ação.
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252

