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Brasileiras buscam no Au Pair uma vivência internacional que combina trabalho e estudo nos Estados Unidos

Experimento Intercâmbio Cultural Hall: Hall 1 Stand: J113
Brasileiras buscam no Au Pair uma vivência internacional que combina trabalho e estudo nos Estados Unidos

São Paulo, abril de 2026 – Em um momento em que a discussão sobre autonomia feminina ganha destaque no debate público, cresce entre jovens brasileiras o interesse por vivências  internacionais que vão além do turismo ou do estudo de idiomas. Entre essas alternativas de construção de independência e protagonismo feminino, o programa de Au Pair - exclusivo para mulheres - tem se consolidado como uma jornada que combina trabalho remunerado, estudo e convivência intercultural nos Estados Unidos.

O movimento acompanha uma tendência mais ampla de internacionalização entre estudantes brasileiros. Dados reunidos pela plataforma global Flywire, com base em estatísticas da UNESCO, indicam que o número de brasileiros que buscam educação no exterior cresceu mais de 50% desde 2017, passando de cerca de 58 mil para mais de 89 mil estudantes ao redor do mundo.

Voltado a mulheres entre 18 e 26 anos, o programa regulamentado nos Estados Unidos prevê que a participante more com uma família anfitriã, atue no cuidado infantil e receba remuneração semanal, além de ter a possibilidade de estudar durante a permanência no país. A proposta permite que as participantes aprimorem o inglês, conheçam novas culturas, viajem e tenham uma vivência de trabalho no exterior. 

Segundo a Experimento Intercâmbio Cultural, referência em educação internacional e vivências formativas no exterior, muitas candidatas veem o Au Pair como uma oportunidade de conquistar autonomia e experienciar uma vivência internacional enquanto trabalham e estudam.

“Não se trata apenas de viajar. Muitas jovens escolhem o Au Pair como uma forma de assumir as rédeas da própria trajetória, viver em outro país, administrar a própria rotina e conquistar independência financeira enquanto constroem uma vivência internacional”, afirma Carla Gama, CEO da Experimento.

Histórias que ilustram essa vivência

A fisioterapeuta Letícia Servilha Peres, de 24 anos, natural de Jundiaí (SP), decidiu participar do programa logo após se formar na faculdade. Em 2023, embarcou para a Califórnia em busca de uma vivência internacional que lhe permitisse conhecer outra cultura e conquistar independência.

No início, o entusiasmo veio acompanhado de insegurança. “Tinha muito medo de não conseguir me comunicar e também preocupações com a minha própria segurança”, lembra. Com o passar do tempo, a rotina trouxe mudanças importantes. Letícia passou a resolver situações do dia a dia em inglês, administrar o próprio dinheiro e planejar viagens com os recursos que ganhava durante o programa.

“Quando percebi que conseguia resolver tudo sozinha em outro idioma e viajar para outros lugares com o dinheiro que eu mesma ganhava, senti que estava realmente independente”, conta.

A busca por novos desafios também motivou Bruniele Rodrigues Carnero, de 28 anos, natural de Cabreúva (SP), a embarcar para os Estados Unidos em janeiro de 2023. Antes do intercâmbio, trabalhava como assistente de e-commerce e decidiu participar do programa em busca de uma mudança de vida. “O desejo era tentar algo novo e me desafiar a ser uma pessoa diferente”, afirma.

Durante a jornada, desafios cotidianos ajudaram a fortalecer sua confiança, como dirigir em regiões com neve intensa e se comunicar em outro idioma. Um dos momentos mais marcantes foi quando decidiu viajar sozinha para Nova York poucos meses após chegar ao país. “Foi ali que percebi que minha comunicação estava melhorando e que eu conseguia resolver as coisas por conta própria”, conta.

Segundo Bruniele, a vivência também trouxe descobertas pessoais importantes. “Eu realmente descobri quem eu era, meus gostos e hobbies. O contato com culturas diferentes teve um impacto enorme na minha autoestima”.

Fortalecimento de habilidades pessoais

A vivência internacional também contribui para o desenvolvimento de habilidades importantes para a vida adulta, como organização, gestão de tempo, comunicação intercultural, adaptabilidade e resolução de problemas.

Para Carla Gama, a combinação entre responsabilidade cotidiana e vivência internacional explica o interesse crescente pelo programa. “O Au Pair coloca a participante em um ambiente real de adaptação e tomada de decisões. Isso fortalece autoconfiança, resiliência e capacidade de lidar com situações novas”.

O interesse pelo programa evidencia uma dimensão prática da autonomia feminina: jovens que escolhem viver fora do país, assumir responsabilidades e construir uma vivência internacional que amplia repertório cultural e pessoal.

Sobre a Experimento Intercâmbio Cultural
Com mais de 60 anos de atuação no Brasil, a Experimento Intercâmbio Cultural é referência em educação internacional e vivências formativas no exterior. Presente no país desde 1964, a empresa atua com foco no preparo, no acompanhamento e no cuidado integral do estudante ao longo de toda a vivência internacional. Marca da CVC Corp desde 2016, a Experimento defende o intercâmbio como um processo educativo que vai além do aprendizado do idioma, contribuindo para o desenvolvimento cultural, emocional e humano dos participantes.

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